quarta-feira, 7 de maio de 2014

Lugar de criança é no.....

Observem a capacidade intelectual do menino entrevistado no Egito.

Além da surpresa com sua habilidade é possível identificar alguns problemas latentes de nossa estado laico.

http://youtu.be/tcnNBhsCBsc

A corrupção no regime militar

A Corrupção na Ditadura Militar.
Publicado em 02/12/2012 no blog Falandoverdades.
Depois de muitas pesquisas, procura de arquivos ,eis que nos deparamos com farto material que mostra a corrupção escancarada na Ditadura Militar que tem em seu círculo até hoje defensores falso moralistas elitizados que falam em nome de minorias ,vamos então abordar o tema.
Moralismo capenga
O combate à corrupção foi palavra de ordem durante a ditadura. Nos porões do regime, porém, a ilegalidade prevaleceu.
Por Heloisa Maria Murgel Starling
Combater a corrupção e derrotar o comunismo: esses eram os principais objetivos que fermentavam os discursos nos quartéis, às vésperas do golpe que derrubou o governo João Goulart, em março de 1964. A noção de corrupção dos militares sempre esteve identificada com uma desonestidade específica: o mau trato do dinheiro público. Reduzia-se a furto. Na perspectiva da caserna, corrupção era resultado dos vícios produzidos por uma vida política de baixa qualidade moral e vinha associada, às vésperas do golpe, ao comportamento viciado dos políticos diretamente vinculados ao regime nacional-desenvolvimentista.
Animado por essa lógica, tão logo iniciou seu governo, o marechal Castello Branco (1964-1967) prometeu dar ampla divulgação às provas de corrupção do regime anterior por meio de um livro branco da corrupção – promessa nunca cumprida, certamente porque seria preciso admitir o envolvimento de militares nos episódios relatados. Desde o início o regime militar fracassou no combate à corrupção, o que se deve em grande parte a uma visão estritamente moral da corrupção.
Essa redução do político ao que ele não é – a moral individual, a alternativa salvacionista – definiu o desastre da estratégia de combate à corrupção do regime militar brasileiro, ao mesmo tempo em que determinou o comportamento público de boa parte de seus principais líderes, preocupados em valorizar ao extremo algo chamado de decência pessoal.
Os resultados da moralidade privada dos generais foram insignificantes para a vida pública do país. O regime militar conviveu tanto com os corruptos, e com sua disposição de fazer parte do governo, quanto com a face mais exibida da corrupção, que compôs a lista dos grandes escândalos de ladroagem da ditadura. Entre muitos outros estão a operação Capemi (Caixa de Pecúlio dos Militares), que ganhou concorrência suspeita para a exploração de madeira no Pará, e os desvios de verba na construção da ponte Rio–Niterói e da Rodovia Transamazônica. Castello Branco descobriu depressa que esconjurar a corrupção era fácil; prender corrupto era outra conversa: “o problema mais grave do Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”.
A declaração de Castello foi feita meses depois de iniciados os trabalhos da Comissão Geral de Investigações. Projetada logo após o golpe, a CGI conduzia os Inquéritos Policiais-Militares que deveriam identificar o envolvimento dos acusados em atividades de subversão da ordem ou de corrupção. Com jurisdição em todo o território nacional, seus processos obedeciam a rito sumário e seus membros eram recrutados entre os oficiais radicais da Marinha e da Aeronáutica que buscavam utilizar a CGI para construir uma base de poder própria e paralela à Presidência da República.
O Ato Institucional n.º 5, editado em 13 de dezembro de 1968, deu início ao período mais violento e repressivo do regime ditatorial brasileiro – e, de quebra, ampliou o alcance dos mecanismos instituídos pelos militares para defender a moralidade pública. Uma nova CGI foi gerada no âmbito do Ministério da Justiça com a tarefa de realizar investigações e abrir inquéritos para fazer cumprir o estabelecido pelo Artigo 8º. do AI-5, em que o presidente da República passava a poder confiscar bens de “todos quantos tenham enriquecido, ilicitamente, no exercício de cargo ou função pública”.
Para agir contra a corrupção e dar conta da moralidade pública, os militares trabalharam tanto com a natureza ditatorial do regime como com a vantagem fornecida pela legislação punitiva. Deu em nada. Desde 1968 até 1978, quando foi extinta pelo general Geisel, a CGI mancou das duas pernas. Seus integrantes alimentaram a arrogante certeza de que podiam impedir qualquer forma de rapinagem do dinheiro público, através da mera intimidação, convocando os cidadãos tidos como larápios potenciais para esclarecimentos.
A CGI atribuiu-se ainda a megalomaníaca tarefa de transformar o combate à corrupção numa rede nacional, atuando ao mesmo tempo como um tribunal administrativo especial e como uma agência de investigação e informação. Acabou submergindo na própria mediocridade, enredada em uma área de atuação muito ampla que incluía investigar, por exemplo, o atraso dos salários das professoras municipais de São José do Mipibu, no Rio Grande do Norte; a compra de adubo superfaturado pela Secretaria de Agricultura de Minas Gerais e as acusações de irregularidades na Federação Baiana de Futebol. Entre 1968 e 1973 os integrantes da comissão produziram cerca de 1.153 processos. Desse conjunto, mil foram arquivados; 58 transformados em propostas de confisco de bens por enriquecimento ilícito, e 41 foram alvo de decreto presidencial.
Mas o fracasso do combate à corrupção não deve ser creditado exclusivamente aos desacertos da Comissão Geral de Investigações ou à recusa de membros da nova ordem política em pagar o preço da moralidade pública. A corrupção não poupou a ditadura militar brasileira porque estava representada na própria natureza desse regime. Estava inscrita em sua estrutura de poder e no princípio de funcionamento de seu governo. Numa ditadura onde a lei degradou em arbítrio e o corpo político foi esvaziado de seu significado público, não cabia regra capaz de impedir a desmedida: havia privilégios, apropriação privada do que seria o bem público, impunidade e excessos.
A corrupção se inscreve na natureza do regime militar também na sua associação com a tortura – o máximo de corrupção de nossa natureza humana. A prática da tortura política não foi fruto das ações incidentais de personalidades desequilibradas, e nessa constatação reside o escândalo e a dor. A existência da tortura não surgiu na história desse regime nem como algo que escapou ao controle, nem como efeito não controlado de uma guerra que se desenrolou apenas nos porões da ditadura, em momentos restritos.
Ao se materializar sob a forma de política de Estado durante a ditadura, em especial entre 1969 e 1977, a tortura se tornou inseparável da corrupção. Uma se sustentava na outra. O regime militar elevou o torturador à condição de intocável: promoções convencionais, gratificações salariais e até recompensa pública foram garantidas aos integrantes do aparelho de repressão política. Caso exemplar: a concessão da Medalha do Pacificador ao delegado Sérgio Paranhos Fleury (1933-1979).
A corrupção garantiu a passagem da tortura quando esta precisou transbordar para outras áreas da atividade pública, de modo a obter cumplicidade e legitimar seus resultados. Para a tortura funcionar é preciso que na máquina judiciária existam aqueles que reconheçam como legais e verossímeis processos absurdos, confissões renegadas, laudos periciais mentirosos. Também é necessário encontrar gente disposta a fraudar autópsias, autos de corpo de delito e a receber presos marcados pela violência física. É preciso, ainda, descobrir empresários dispostos a fornecer dotações extra-orçamentárias para que a máquina de repressão política funcione com maior precisão e eficácia.
A corrupção quebra o princípio da confiança, o elo que permite ao cidadão se associar para interferir na vida de seu país, e ainda degrada o sentido do público. Por conta disso, nas ditaduras, a corrupção tem funcionalidade: serve para garantir a dissipação da vida pública. Nas democracias – e diante da República – seu efeito é outro: serve para dissolver os princípios políticos que sustentam as condições para o exercício da virtude do cidadão. O regime militar brasileiro fracassou no combate à corrupção por uma razão simples – só há um remédio contra a corrupção: mais democracia.
Heloisa Maria Murgel Starling é professora de História da Universidade Federal de Minas Gerais e co-autora de Corrupção: ensaios e críticas (Editora da UFMG, 2008).
Saiba Mais – Bibliografia:
FICO, Carlos. Como eles agiam: os subterrâneos da ditadura militar. Rio de Janeiro: Record, 2001.
GASPARI, Elio. Coleção As Ilusões Armadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
RIBEIRO, Renato Janine. A sociedade contra o social: o alto custo da vida pública no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Locução adverbial (Latim)

A

C

D

E

G

I

I cont.

M

N

Q

S

V

Lista de inscrições e lemas em latim

A [editar]


C [editar]

D [editar]

E [editar]

F [editar]

I [editar]

G [editar]

L [editar]

M [editar]

N [editar]

  • Navale Bellum Nautis Docere: "Ensinar a Guerra aos Marinheiros" - Lema da Escola de Guerra Naval (EGN) da Marinha do Brasil.
  • Nemo me impune lacessit: "Ninguém me fere impunemente" (lema da Escócia).
  • Nil satis nisi optimum:"Nada exceto o melhor é bom o bastante Lema do clube inglês do Everton.
  • Non deterret sapientem mors: "A morte não detém os sábios" (Cicero), lema da Academia Caerdwiff
  • Non ducor, duco: "Não sou conduzido, conduzo" (divisa do município de São PauloBrasil)
  • Non excidet: "Não fenecerás" (lema da Universidade Católica de Petrópolis)
  • Non inultus premor: "Não posso ser tocado impunemente" (lema da cidade de NancyFrança)
  • Non Multa Sed Multum: "Não muitos, porém os melhores" (Lema da Escola Preparatória de Cadetes do Ar, da Força Aérea Brasileira).
  • Non nobis, Domine, non nobis, sed nomini Tuo da gloriam: "Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória" (Lema da Ordem dos Templários).

O [editar]

P [editar]

  • Pace Belloque Fidelis (grafado em letra minúscula) ou PACE BELLOQVE FIDELIS (grafado em letra maiúscula) - "Fiel na Paz e na Guerra" (Lema do 3º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação da FAB)
  • Parva sub ingenti - "O menor sob a proteção do grande" (lema da Província da Ilha do Príncipe Eduardo)
  • Patriam caritatem et libertatem docui, "Ensinei a caridade e a liberdade à pátria" (divisa do município de SantosBrasil)
  • Patriam fecit magnam: "Tornou a pátria grande" (divisa do município de Santana de Parnaíba, Brasil)
  • Pax et labor: "Paz e trabalho" (divisa do município de Aracaju, Brasil)
  • Per ardua surgo: "Pela dificuldade venço" (divisa do Estado da Bahia, Brasil)
  • Per aspera ad astra: "Pelos caminhos difíceis, aos astros" (lema do município de Cajuru, Brasil e do Colégio Rio Branco)
  • Per aspera pro brasilia: "Todo sacríficio pelo Brasil" (divisa do município de Taubaté, Brasil).
  • Per populum omnis potestas a Deo: "Todo poder vem de Deus pelo Povo" (lema do município de Contagem, Brasil)
  • Praestantia per Scientiam: "Excelência pelo Conhecimento" (lema da Naval Postgraduate School (Escola de Pós-Graduação da Marinha dos Estados Unidos da América).
  • Primus inter pares - "Primeiro entre iguais"
  • Pro Brasilia fiant eximia: "Façam-se em prol do Brasil as melhores coisas" (divisa do Estado de São Paulo, Brasil).
  • Pro Brasilia et Sancto Paulo: "Pelo Brasil e São Paulo" (Vinhedo-SP)
  • Pro Deo pro Patria: "Por Deus e pela pátria" (divisa da cidade de Lençóis Paulista, SP, Brasil).
  • Pro luce in perpetuum contra obscurum malum: "Eternamente pela luz contra o mal sombrio" (divisa do Convento Bannockburn).
  • Pro patria et urbe: "Pela patria e pela cidade" (inscrição da bandeira de Juiz de Fora, Brasil).
  • Pro Patria Semper - "Pela Pátria Sempre" (Lema do município de Ponte NovaMinas Gerais e de PindamonhangabaSão Paulo)
  • Pro Sancta Catarina et Brasilia: "Por Santa Catarina e Brasil" (Blumenau-SC)
  • Pro una libera patria pugnavi: "Lutei pela pátria una e livre" (divisa do município de Sorocaba, Brasil).
  • Proetiosum Tamen Nigrum: "Precioso, apesar de Negro" (divisa do municipio de Ouro Preto, Brasil)
  • Proetiosum Aurum Nigrum: "Precioso ouro negro" (nova inscrição na bandeira do municipio de Ouro Preto, Brasil; por ser considerado racista, o texto anterior foi alterado por Lei Municipal em novembro de 2005)

Q [editar]

  • Quaerite primum regnum Dei- "Procure primeiro pelo Reino de Deus" (lema da Província da Terra Nova e Labrador).
  • Quieta non movere- "Não mova no que está quieto" (brasão do município de Rio ClaroBrasil)
  • Quis custodiet ipsos custodes?- "Quem guardará os guardiões?" (frase em do poeta romano Juvenal).
  • Quod non est in actis, non est in mundus.'- O que não está nos autos, não está no mundo. Norma jurídica

R [editar]

  • Recte Rem Publican Gerere- "Gerir a coisa pública com retidão" (lema do Estado do Rio de Janeiro).
  • Revertere ad locum tuum- "Volta para o teu lugar" (inscrição na entrada do Cemitério Municipal de Monte Alto, e de Guaratinguetá SP, Brasil).
  • Romanae spatium est urbis et orbis idem- "O espaço da cidade (de Roma) é o mesmo que o do mundo". (Expressão cunhada por Ovídio para expressar a ideia que os romanos tinham sobre a expansão de seu império).

S [editar]

U [editar]

  • Ubique patriae memor: "em toda a parte, a lembrança da pátria", ou, na tradução poética: "aonde quer que vá, levarei comigo a memória de minha Pátria". (lema do Barão do Rio Branco, patrono da diplomacia brasileira e da cidade de Rio Branco, capital do estado do Acre)
  • Unus pro omnibus, omnes pro uno: "Um por todos, todos por um" (lema da Suíça)
  • Urbana Legio Omnia Vincit: "Legião Urbana a tudo vence" (lema da banda de rock Legião Urbana, adaptada do lema do exercito romano criado pelo imperador Júlio César, "Romana legio omnia vincit" (Legião Romana a tudo vence))
  • Urbs mea Celula mater: "A Cidade é Minha célula-mãe" (lema da Cidade de Mariana)
  • Usque ad sub aquam nauta sum: "Marinheiros até debaixo d'água" (lema do Comando da Força de Submarinos, da Marinha do Brasil)
  • Ut incepit fidelis sic permanet : "Tal qual era leal no início, assim ela permanece" (lema da |Província do OntárioCanadá)
  • Ut luceat omnibus: "Que a luz brilhe para todos" (lema da Cidade de Recife, capital do estado de PernambucoBrasil)

V [editar]